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Deus, o supremo Juiz, levantou-se na assembleia divina, no meio dos poderosos abre o julgamento:
“Até quando dareis sentenças injustas, favorecendo os ímpios?
Sede juízes para o desvalido e órfão, fazei justiça ao mísero e ao indigente;
libertai o fraco e o pobre, livrai-os das garras dos ímpios!
Eles nada compreendem, nem percebem que vagueiam pelas trevas da ignorância e da insensibilidade; abalam assim as bases que sustentam a própria terra.
Eu declarei: vós, ó juízes, sois como os deuses; todos vós sois filhos do Altíssimo!
No entanto, como seres humanos, morrereis e, como qualquer outro governante, caireis”.
Levanta-te, ó Eterno, e julga tua terra, porquanto a ti pertencem todas as nações!